Arquivo | junho, 2011

Nostalgia

30 jun
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By @Futirinhas

30 jun

Rosa dos Ventos

30 jun

Fria noite quente

Abraço apertado

Sorriso no rosto

E quem se quer ao lado

Nada de desgastes

Saudade saciada

Pelo menos uma parte

Nada de outro mundo

Nada mais gira ao redor

Não quero mais nada

O tempo como sempre é traidor

E quando se vê já passou

A saudade começa

No momento que a chave girou

E não sei quanto tempo falta

Pra te ver de novo

Teu afago cada vez mais me convence

É contigo que eu quero estar

Ventos Estrangeiros

29 jun

Dia que começa mais tarde

Nada de alarde

Foi só a saideira

Nada que me faça pensar

Tudo o que sinto é saudade

E todos os caminhos me levam

Ao mesmo ponto.

Nada como começar o dia tonto

Meio sem sentido

Mas pra que sentido quando

Tenho você?

Frases indiretas

Diretas pra ti

Versos indiscretos

Decretos ao fim.

Quando se fala demais

É por que se precisa falar

Mas prefiro abandonar

O que já foi escrito,

Tudo como um espirro, um grito

Onde omito o verdadeiro sentido

Outro idioma, outro mundo, outra fala

Mas o mesmo sentimento,

Que nunca cala.

 

 

 

 

 

Sobre South

27 jun

Se este é realmente o fim

Me diga você,

Nunca quis que fosse assim

Nunca quis só por prazer.

Há algo subentendido

Que você só poderia ver

Olhando nos meus olhos.

A saudade me reprime

Até nos mais quentes

Dias de inverno.

A solidão não existe,

Quando você a quer,

Tentei não olhar

Pra tudo que me lembra você

Mas já não sei andar cego pelo mundo

E mesmo no escuro profundo

Eu não consigo esquecer,

Algo de errado como sempre

Mas eu não sei, eu não sei.

Pro curo deixar indiretamente

o que penso, nada de bom senso,

Mas é mais fácil assim,

Não te peço que entenda,

Pois ninguem nunca entendeu,

só queria que soubesse.

Não te peço que volte,

Não te peço que fique onde está

Peço que pense

e aja como melhor achar

Eu sempre estive aqui!

Sem Mais Delongas…

27 jun

Não se olha pro passado,

Exceto quando ele ainda é presente

Pois se é presente,

Naturalmente será futuro,

Mas até quando?

Eu não posso tocar seus pés

Nem mesmo os beijaria,

Mas o que ainda me arrepia

É algo que já sabia,

E que nunca quis acreditar

Por que quis lutar por algo

Que não existia,

Nada de remorsos,

Nada de rancor,

Só peço que quando

For falar de mim,

Lembre-se qual coração se partiu

E qual sentimento existiu,

Quem insistiu,

E quem realmente desistiu.

Um sorriso sincero,

em uma manhã fria,

Lembrando que amanhã é outro dia

Foi o que me restou…

Crença à Criança

25 jun

O nome que chama atenção

Sentimento de alta tensão

Novos ares, ao invés

De tudo pelos ares

Faces que não se omitem

Um banho de chuva,

uma lavada na alma

por um segundo se lembra

que se sabe de tudo

por um segundo se esquece

que se vive nesse mundo

tudo ao normal no dia seguinte

exceto por um fato é hora de mudar

mudam-se as coisas mas nada se muda

o mesmo rosto ainda me causa dor

a ausência é tão estranha quando

se acostuma com a presença

mas já sei, continuo a deriva

brinquedo de luxo pra uma criança indecisa

que não entende o valor

que o brinquedo precisa

fatos que me levam a estar farto

de certas coisa,

fotos fatiam meu coração em pedaços

mas os traços de meu rosto continuam os mesmos

nada de decepções, só se decepciona com o que se espera

já era hora de acabar…