Madrugada…

14 jun

Sono, Profundo sono

Sonho, sonho insano

Tão perto do amanhecer

Mas, tão longe de acordar

Seria sério se não fosse nada,

Nadando ao seco na falta de água

Voraz veracidade

Velhice em velocidade

E em um piscar

O olhar já não é o mesmo

O vento e frio e intenso

Demonstra um nobre anseio

 Palavras caladas

Palavras cruzadas

E uma xícara de café na

Mesa do centro

Uma velha canção

Um acorde sustenido

E o ar reprimido

Pelo frio que faz

Mascaras mescladas

Mostram marcas

De miragens em refrões passados

Onde completos alucinados

Pensaram ter encontrado a Salvação

Olhar pro lado, reler ao relento

Como se o vento não tocasse o coração

 

 

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