Tempos Modernos

24 jun

Luz de velas ao século XXI

De volta a velhos anseios

Nada mais de receios

Mundos diferentes, em um mundo desigual

Nada conforta, mas não há o que confortar

O sol brilha pra quem abre a janela

E o vê brilhar,

Minhas cortinas estão abertas…

Minha nave flutuante é tão veloz,

Quanto minha carroça de outro dia.

Amor próprio, ao próprio amor

Palavras que se transformam em silêncio

Da noite pro dia, trazendo agonia.

Sinto ter errado, olhado pro lado errado

Sinto ter acreditado no que se chamava de amizade

Mas nessa frase foi o sujeito,

E não eu quem estava errado.

Fora do lugar

Uma canção dos anos sessenta no ar

E uma sopa de letras a esfriar

Letras escritas a luz de velas

Velhas letras modernas

Histórias que se repetem

Como episódios de um velho

Seriado japonês.

Velhos costumes

Velhos erros

Nada de novo…

 

 

 

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