Arquivo | julho, 2011

Porta-Retrato

31 jul

Mais uma noite ao teu lado

Mais uma manhã de sorriso estampado

Corro o risco de ter sonhado.

Corro o risco de ficar mal acostumado

Uma massagem ao ego

Um abraço, um afago, um desejo

Um segundo a mais e já sinto falta

Do teu beijo;

Palavras de um sentido

Sentido que atrai,

Risos, sorrisos,

Nada preciso,

Mas eu preciso estar contigo

Meu bem, meu abrigo

 Gostos e desgostos parecidos

Ou desiguais,

O fato é que não importa mais

Carícias, caretas,

Que sempre me fazem lembrar

Um segredo que não se pode

Mais deixar de compartilhar

E uma frase que não temo

Mais em falar

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Números Meus

29 jul

Eu Já perdi o Rumo,

Eu já perdi a conta

De quantas vezes te encontrei

Antes de te encontrar.

E quantas vezes me peguei

Pensando em você,

Andar na contra-mão,

Deixar a porta aberta,

São coisas que eu não quero mais,

Segurar tua mão

Saber que é a coisa certa,

Isso já me satisfaz.

Coisas sem sentido

Fazem tanto sentido

Quando se começa a sentir,

E eu não sinto, não penso,

Não quero mais nada além

Disso que sinto.

Sabemos do que estou falando,

e não falamos mais, sem saber.

 

 

Mãos a Obra….

27 jul

Propaganda Enganosa…

26 jul

Conselho…

25 jul

Rodeios e Devaneios…

25 jul

Não fosse aquele beijo, aquele show,

Aquela dose a mais,

Aquela frase que eu disse,

Mas que não uso nunca mais

Coisas que ninguém explica

Uma forma estranha de se conhecer

Coisas que ninguém entende

A sua forma de me entender

O fato é que em rodeios e devaneios

Cá estamos nós

E isso me agrada muito

Sempre pra sempre

É o que eu quero, é o que eu espero

Assim vivemos bem, meu bem

Insensato, de Fato

25 jul

Temo,

Porém não peco em tentar

Aquilo que devo, faço

Não costumo pensar,

Ainda é bem cedo e já estou aqui

E ao anoitecer sabes que estarei também

Meu café é meu espelho

E das pegadas deixadas até aqui nada eu levo

Não posso deixar de expressar insatisfação

Mas não posso esquecer também

O quanto eu sou hipócrita

Quase tudo o que eu queria hoje eu tenho

Tenho mais do que mereço,

Menos do que quero,

Todo ser é assim

Me queixo por que

A hipocrisia escorre pelas minhas veias,

De fato, sou insensato,

Minha cabeça se assoleia

De forma me indignar

Mesmo sem que eu tenha motivos

Mesmo que eu crie motivos