Escuridão

5 jul

Dedos gelados
Vapor a vista
Os olhos pequenos
E aquele novo velho aperto
Entre os ventos tento me aquecer
Entre pensamentos tento me entender
Não há calor, não há razão
O sol reluz entre o orvalho dos capins
E faz com que o brilho chegue até mim
É o que me faz acreditar, é o que me faz insistir
Sem sair da estribeira
Mas deixando de comer poeira.
Devaneios de um bêbado andarilho
Fazem sentido quando os olhos se abrem
Lucidez ao céu sem estrelas.
Um comentário a deriva
Um Direito que não se tem
Palavras de um relapso
Tão vazio quanto a falta de luz.


					
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