Tango em Londres…

7 jul

Traças do terno a tapeçaria

Não é mais tempo de utopia

O tempo é escaço

E o silêncio é passageiro

A palheta gasta e a corda que arrebentou

Coisas que não quero lembrar

Tudo o que já passou,

Cera de vela derramada

À pele ao frio

Tempos em que o

Sentimento era vazio,

Sei que pouco do que escrevo

Vais entender;

Não tente me entender

Não preciso que ninguém me entenda

Preciso que me adore

Preciso de atenção

Como a criança de colo

Como o leite ao fogão,

Salto a piscina de mãos atadas

Não sinto medo;

Nada mais escrevo na areia

Pois as ondas logo apagam

Mas o sangue que corre

Em minhas veias

Insistem em me lembrar

Como tudo deve estar

Meu lado é seu lado

Meu afago guardo pra ti

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