Centeio ao Cesto, sentado ao Sol…

27 ago

Eu nunca sei quando é sincero

Eu nunca entendo quando é em vão

Eu nunca gosto quando espero

Eu nunca sei que horas são

Se o fogo demorar pra acender

Se a mensagem tardar a chegar

Se as coisas parecerem estranhas

Mesmo que por pouco tempo

Eu não sei o que fazer

Não sei quando ser mal

Ou quando devo ser

Eu não sei a diferença

Entre o justo e o injusto

Não entendo o tempo que passa

Nem que diferença isso faz

Eu não percebo a distancia que me ultrapassa

Eu não sei ser sagaz

Meu silêncio é tardio

Minha inocência doentia

Minha consciência importa mais

Que um quadro pendurado na parede

Não sei o quanto é ir longe demais

E nem quando devo ficar com o pé atrás

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