Sou um animal sentimental…

19 out

 O gelo se consome

Como o etílico derramando

No carpete da sala de estar

Conselhos de um bêbado

No banheiro…

O maldito bêbado

É o espelho

E seus conselhos

Já não servem mais…

O sono some quando

É propício

E aparece quando

Não devia…

Os cacos dos vidros

Que se quebram

Insistem em

Me ferir,

Mas serei alheio…

Eu não vou sentir

A lâmina cravando

Como uma lança

Em carne viva

Meu sangue é também

Meu refúgio…

Assim como o acorde

Do velho violão…

 

 

 

 

 

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