Ponteiros…

18 jan

Estradas estranhas…

Entre pedras e prédios

De guarda chuvas e óculos de Sol

Jogado as traças

Traçando um Rumo

Rezando por rotas insignificantes

Frases que antes faziam sentido

Hoje se Assentam em papéis amassados

Vozes, ou seriam zumbidos?

Nada que já não seja passado

O corpo suado e cansado

Que para de apanhar

O pensamento suave

E novas frases que parecem brilhar

A chuva ainda molha o Chão

Como molhava há um tempo

Sinto no rosto bater o vento

E sinto o quanto perdi tempo

Em busca do que não era nada

Hoje é tarde, ou madrugada

E no coração só guardo a esperança

De que uma hora vou encontrar…

 

 

 

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