Folha do Calendário…

27 jan

Esta não é mais uma poesia sobre amor

Sem frases melancólicas, ou juras em vão

Estas não são lamentações por um mundo injusto

Que existe pra todo mundo

Onde quem tem, não sabe o que tem

E quem não tem se queixa por não ter

E aos grandes amigos que não voltam mais

Apenas o desejo que descansem em paz

E tudo que ficou de bom guardado ao peito

Meus versos muitas vezes repetitivos,

Nem sempre fazem sentido

Mas falo o que eu preciso

O que não posso deixar reprimido

Minhas noites quase sempre incertas

Misturam-se como cartas de um baralho velho

Algumas, nunca mais encontrei

Meu velho vocabulário se perde,

Á medida que o tempo vai passando,

Cada coisa está em seu devido lugar,

Tudo acontece em seu devido tempo,

Sem explicar o por que.

 

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