A Fumaça, O Pianista, E Um Velho Veneno…

7 mar

Eu que vivo pedindo proteção

Para os dias sádicos

Que parecem nunca ter fim

Leio versos

De um poeta já falecido

Lembrando uma canção de amor

Pensando no quanto a morte

Pode ser interessante,

Me perco com a fumaça

Do incenso da estante

Dias, horas, minutos, segundos

Todos iguais, todos iguais

Tão iguais que não agüento mais

O veneno que antes me fazia tão bem

Hoje tanto faz

Escrevo, e descrevo o que sinto

Sem ao menos entender,

Busco as respostas

Pras perguntas que eu nem sei quais são.

Prefiro ficar no escuro

Onde escondo minha face

E não vejo os meus medos…

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