Versos Flutuantes de uma Alameda qualquer…

16 abr

Perdi o jogo, a alma e a calma

Lavo meu rosto, calma

Acabou a água…

E na minha cabeça

O mundo gira mais do que devia.

Dias como esses me fazem querer falar

Mas o melhor a se fazer é calar.

O futuro?

Dele nada espero

Vivo hoje, pois é o que me resta.

Fazendo a tristeza e a alegria

De quem me detesta.

Sigo sozinho

Até que alguém me acompanhe

Não tenho pressa,

Passo a passo

Admiro as coisas que eu vejo pelo caminho

O meu caminho

Por onde talvez ninguém saiba andar.

Por onde talvez

Ninguém mais suportaria passar

Sigo a esmo, nem sempre o mesmo.

Mesmo que pareça

Mas são apenas coisas da cabeça

Meu mundo também está

Sempre em transformação

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