Meus Velhos, Novos Versos

3 maio

E o meu eu se confunde

Com uma estranha imagem

No reflexo da vitrine

Nem sempre me reconheço

Entre histórias e tormentos

Mas as mesmas canções

Estão sempre passando

Pela minha cabeça

O meu sorriso meio torto

Me confunde entre o bem e o mal

Sinto frio e pelo que entendo

Meu medo também me causa arrepio

Estou sempre falando mesmo quando não devo

E falo mesmo que tenha de ficar calado

Tento não ficar parado

Mas nunca saio do lugar

Hora de provar novos ares

Os mesmos ares que

Já foram velhos

Nada que seja mistério

Ou que pareça bajulação

Palavras cruzadas,

Uma xícara em cima da mesa de canto

Acordar no sofá com muito a se fazer

É cedo, mesmo sendo tarde,

Nada de alarde

Todo dia é um dia diferente,

Todo dia é um dia diferente…

 

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