Compasso, passo a passo…

4 abr

Me perco ao meu redor
Enquanto ando em círculos
Os devaneios de outrora,
Que outrora nunca entendi
Tampouco agora
Voltam a me confundir
Perdi o rumo, a régua e a linha
Perco sempre as chaves
E às vezes a cabeça
Peço tempo, perco tempo
Os dias como sempre tão escassos
Que de pés descalços,
Não consigo contar meus passos
Como a pena procura o nanquim,
Procuro o palheiro da agulha,
Pela doença sem cura
A alma sem vida,
A rima e a censura
O fogo da vela que se apagou,
Que se apegou, que se espalhou
Que espantou, que se acabou

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