Do carvalho ao veneno…

4 jul

Meus olhos vermelhos
A noite pequena
Um frio tão intenso
a luz do luar
um uísque barato
num copo quebrado
procuro a minha alma
onde não posso encontrar,
de amores e de conselhos
Eu estou cheio,
Meios termos, meias horas,
Meia vida
E o meu velho drama
É embalado pela mesma
Balada melancólica de sempre,
A verdade é que de Lenons
E venenos o mundo está repleto,
Não sei oque é absurdo
Seria isso correto?
Um mundo onde o mesmo
Amargo da boca
Te resseca, te agonia
E a mesma morte
De toda noite
É a que te faz não ressuscitar
Eu quero a sorte
Mas já não sei diferenciá-la da morte
E mesmo que soubesse
Não as tenho
Me faço poeta
Pra disfarçar
Os fracassos
Disfarço o fracasso
Maquiando-o com o sucesso
Nada que tenha muito nexo
Roubo de mim mesmo
A oportunidade
Que tenho todos os dias
E mesmo assim
Eu não mereço o meu perdão

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