titulos…

6 nov

Me perco em lábios

Que nem sei se verei novamente

Fecho meus olhos como se aquilo

Não precise acabar

Eu sou ator, eu sou amor, eu sou a dor

Certo de que eu nem sempre sou sensato

Enquanto eu escrevo, me mato

Sei bem que meus versos são

Como o dedo na goela,

Como o cair de uma moeda

Para dentro do ralo,

A cabeça com mil perguntas

E eu simplesmente me calo

A garganta  aperta

E cada minuto que passa

A areia da minha velha ampulheta

Perde-se no vazio.

Um dia frio,  um dia curto

Noites vazias

 

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